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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Aécio molda candidatura de 2014 com ajuda de FHC, afirma o Estadão

Aécio Neves cumpre agenda de encontros com empresários desde o segundo semestre, ciceroneado pelo ex-presidente da República


Senador Aécio Neves molda candidatura de 2014 com ajuda de FHC



Aécio Neves : Candidatura 2014
Aécio Neves, senador do PSDB-MG, vem mantendo encontros com empresários do eixo Rio-São Paulo desde o segundo semestre de 2012, com vistas à sua candidatura à Presidência da República. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo, na edição do último 6 de janeiro.
Aécio tem como cicerone o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que o lançou candidato, recentemente. FHC “tornou-se o principal operador político da pré-campanha dosenador Aécio Neves à Presidência da República pelo PSDB em 2014”, afirma, textualmente, o jornal.
Aécio e FHC começaram a estabelecer a agenda após uma conversa entre os dois no apartamento do ex-presidente, em São Paulo, no começo de 2012. “No encontro, os dois traçaram os principais movimentos para construir a candidatura não só no partido, mas em setores da sociedade”, relata a reportagem do Estadão.
Aécio passou então a se encontrar com ex-integrantes da equipe econômica de FHC,quando presidente, para formatar um discurso econômico. Em 26 de dezembro, FHC eAécio se reuniram com Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda, Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, e Edmar Bacha, formulador do Plano Real.
Aécio está se movimentando “principalmente no campo das ideias”, diz o deputado mineiro Paulo Abi-Ackel, citado pelo jornal paulista. O discurso do senador para 2014 será pautado pelo baixo crescimento do PIB. Para os tucanos, se a economia “patinar”, o debate sobre oPIB será central em 2014, quando Dilma tentará se reeleger.
                                                                                   
Aécio desenha um discurso no qual mostra o Brasil na lanterna do crescimento entre os emergentes e aponta os dois primeiros anos de Dilma como tempo perdido para a economia”, afirma o Estadão.
“Os dois sempre foram muito próximos”, declarou o presidente do PSDB mineiro, Marcus Pestana, sobre a relação entre FHC e Aécio Neves.

Educação: programa criado por Aécio Neves inspira “Brasil leitor”


Aécio Neves: “Brasil leitor”

Congresso Nacional discute projeto de universalização das bibliotecas nas escolas; programa de Educação criado por Aécio Neves foi pioneiro

Senador Aécio Neves: projeto para fortalecer a educação
Em Minas Gerais, todos os 853 municípios possuem ao menos uma biblioteca pública, graças ao programa “Construindo uma Minas Leitora”, criado em 2005 por Aécio Neves (PSDB) na área da Educação. Uma iniciativa que pode inspirar a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 28/12, que tramita no Congresso. O PLC acaba de receber o parecer favorável do relator, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

O PLC 28/12 obriga todas as escolas públicas de Ensino Básico a manter uma biblioteca para os alunos, com profissionais capacitados a atendê-los. O projeto está pronto para ser votado na Comissão de Educação do Senado, sendo que, em seu relatório, o senador tucano estipula um prazo de cinco anos para que as escolas possam se adaptar e cumprir a exigência.

A iniciativa tem em Minas Gerais uma inspiração de vanguarda, que fez parte das ações voltadas à Educação durante o primeiro mandato de Aécio Neves como governador do Estado. Em 2005, vinculado à Secretaria de Estado de Cultura – por meio da Superintendência de Bibliotecas Públicas -, foi criado o programa “Construindo uma Minas Leitora”.

O objetivo do programa era dotar todos os municípios mineiros – um universo impressionante de 853 cidades – com ao menos uma biblioteca pública. Além disto, o “Construindo uma Minas Leitora” visava modernizar acervos, melhorar a infraestrutura tecnológica das bibliotecas já existentes e dar cursos de capacitação aos gestores dos espaços.

Em pouco mais de cinco anos – nos governos de Aécio Neves e Antonio Anastasia -, foram criadas mais de 250 bibliotecas públicas em Minas Gerais e outras 110 foram modernizadas. O programa também possibilitou a compra de aproximadamente 150.000 livros para as bibliotecas.

Nos próximos dias o parecer do senador tucano Cássio Cunha Lima será votado e se aprovado, possibilitará a universalização das bibliotecas nas escolas brasileiras num prazo razoável de cinco anos. O acesso à leitura é um dos direitos mais transformadores que uma sociedade pode conquistar, assim com ocorreu em Minas Gerais através do “Construindo uma Minas Leitora” e dos demais programas de Educação criados por Aécio Neves.

Candidatura de Aécio independe do futuro de Serra, diz tucano



CATIA SEABRA
DE BRASÍLIA





O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), reafirmou ontem a candidatura do senador Aécio Neves (MG) para a Presidência da República, independentemente das pretensões eleitorais do ex-governador José Serra.
A Folha noticiou ontem que Serra avalia sair do PSDB para viabilizar seu sonho de disputar a Presidência mais uma vez em 2014.
Alckmin diz não acreditar que Serra vá deixar PSDB
Serra avalia deixar o PSDB para disputar a Presidência
Alckmin nega ter convidado tucano para ser secretário
Um dos destinos é o PPS ou uma legenda oriunda da fusão desta sigla com outras menores, o que permitiria a filiação de políticos sem risco de perda de mandato.
Pesará ainda na decisão de Serra o espaço que ele e aliados terão na nova cúpula do PSDB, que será eleita em maio. Para Guerra, “Aécio deve ser o presidente do PSDB”, alicerçando sua campanha para Planalto. “O Brasil precisa da candidatura de Aécio neste momento.”
A tendência hoje é que Aécio, que é rival de Serra na disputa interna de poder, assuma o controle do partido.
“Desconheço esse assunto. Serra não me falou em trocar de partido. Ele falou em ficar uns dias pensando na política e no Brasil. Sempre imagino o Serra, satisfeito ou contrariado, dentro do PSDB”, disse Guerra.
Um dos articuladores da campanha de Aécio, o presidente do PSDB de Minas, Marcus Pestana, afirma que “a percepção majoritária no PSDB é pela necessidade de renovar e apresentar propostas com olho no futuro.”
“Nove entre dez tucanos enxergam no Aécio o líder desse novo ciclo.”
A exemplo de Guerra, Pestana lançou dúvidas sobre a real disposição de Serra deixar o PSDB. Ele afirma que só a permanência do tucano no partido é coerente com sua história.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, também disse não acreditar que Serra vá deixar o partido.
“Não acredito nisso. O Serra é um dos fundadores do PSDB, um dos melhores quadros do partido. Acho que o caminho do Serra é cada vez mais PSDB”, afirmou ontem.
No comando do PSDB, a avaliação é a de que Serra tenta aumentar seu “valor de mercado” ao ensaiar a saída.
Tucanos lembram que o PPS não oferece estrutura para uma campanha presidencial. Sem palanque sólido, Serra corre o risco de desaparecer na corrida presidencial.
Para tucanos, sem ter muito para onde ir além do PPS, Serra terá dificuldades de arregimentar aliados para seu projeto político.
Líder do PSDB na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PE) diz que Serra será uma “agente fundamental” para o sucesso do partido na eleição do ano que vem.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Eleições 2014: Aécio Neves é a aposta dos economistas

Especialistas apostam na vitória de Aécio Neves nas Eleições 2014 para que o Brasil viva a implantação da “segunda geração do Plano Real”

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Caso se decida pela candidatura à Presidência da República, a vitória de Aécio Neves nas Eleições 2014 pode ser um marco para a economia brasileira. Economistas, especialistas e lideranças políticas apostam que o senador mineiro será o grande líder nacional capaz de conduzir a implantação de uma espécie de “segunda geração do Plano Real”. Uma nova etapa do programa que trouxe o Brasil de volta a estabilidade monetária e lhe deu capacidade de se tornar uma das sete maiores economias do mundo.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, na sua edição deste domingo, o professor da Escola de Pós-Graduação em Economia da fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio), Renato Fragelli, destaca o movimento de estudos e busca de novas propostas iniciado por Aécio Neves junto aos economistas dos primórdios do Plano Real. Segundo ele, a implantação de uma “segunda geração do Plano Real” pode devolver ao governo brasileiro a eficiência e transparência tão necessárias a uma administração moderna.

CLIQUE AQUI E LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DE RENATO FRAGELLI NO JORNAL O ESTADO DE S. PAULO SOBRE A NOVA ETAPA DO PLANO REAL E O PAPEL DE AÉCIO NEVES NAS ELEIÇÕES 2014



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Senador Aécio Neves fala sobre sabatina de Teori Zavascki

Senador Aécio Neves: sabatina de Teori Zavascki


O senador Aécio Neves, PSDB-MG, concedeu entrevista na última terça-feira e falou sobre a sabatina do ministro do STF, Teori Zavascki.

Brasília – 25-09-12

O último ministro demorou seis meses para chegar ao Supremo, agora, 11 dias. O que mudou?

Senador Aécio Neves: Na verdade, temos de restabelecer a sabatina como uma etapa fundamental do rito da nomeação de um ministro do Supremo. Interessa a ele próprio. Obviamente, nos chama a atenção a discrepância dos prazos para a nomeação do ministro Teori, que para nós é um ministro preparado e técnico. Mas até para que esta justificativa de que fez isso para não sofrer pressões de aliados ou de partidários para nomeação de mais um ministro ligado ao partido possa prevalecer, era importante que isso não ocorresse de forma açodada. Acho que o ministro terá condições aqui de dizer hoje que não votará o mensalão ou deixamos isso para um momento mais oportuno, o final do julgamento do processo. Não há nenhuma razão que justifique alguém, por mais ilibado, por melhor que seja o seu currículo, adentrar num processo desta repercussão sem ter participado das discussões desde o início.

O senhor acha que chama atenção, causa estranheza esta rapidez?

Senador Aécio Neves: Vamos colocar isso de forma muito clara. Será um dos primeiros questionamentos que a oposição irá fazer. Se ele pretende participar do julgamento do mensalão. Se a resposta não for clara, e olha que aqui não pesa nenhuma dúvida em relação a qualidade e a capacidade de isenção do juiz, mas se não for clara, vamos dizer que não há qualquer sentido naantecipação dessa apreciação. Em qualquer país sério do mundo, a sabatina é a oportunidade que tem, o indicado, de mostrar o seu conhecimento, de responder a determinados questionamentos para ser aprovado ou, eventualmente, não aprovado. E não podemos fazer com que a sabatina, como querem alguns líderes do governo, seja apenas um rito absolutamente formal e protocolar, onde não haja espaço para os questionamentos. A oposição está preparada para levar essa sabatina até o final, com tranqüilidade, sem atropelo, ao processo que ocorre no Supremo Tribunal Federal.

E se ele votar sobre o mensalão?

Senador Aécio Neves: Somos minoria aqui. Vamos resistir à votação até agora. E acho que aí vai haver um constrangimento público em relação a essa matéria. Não acredito que ele fará isso. Pelo seu histórico, pelas informações que temos em relação a toda sua vida, acadêmica e como magistrado, esperamos que não seja um fato perturbador, até porque não pode ser essa a sua vontade pessoal, perturbador da discussão do processo do mensalão que já caminha para sua etapa final.

Porque essa pressa toda do governo para que ele chegue logo?

Senador Aécio Neves: O governo tem que responder. Queremos dar a chance ao governo até de responder que a pressa na nomeação foi para que a presidente evitasse demandas e pressões excessivas dos seus próprios aliados. Isso seria positivo, mas para isso ele tem que dizer, aqui obviamente, que pretende estar fora do julgamento do mensalão. É o que esperamos, até para que ele não assuma sob qualquer tipo de suspeição.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Senador Aécio Neves destaca importância da aprovação da PEC das MPs



O senador Aécio Neves comemorou a aprovação da admissibilidade da (PEC) 70/11, que altera o rito de tramitação das medidas provisórias (MPs).

Aprovada no Senado em agosto do ano passado e paralisada há um ano na Câmara, a proposta altera os prazos para avaliação das MPs pelo Congresso Nacional e traz restrições ao uso abusivo de MPs pelo governo federal. A PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e deve ser votada em breve no plenário. Com esta PEC, será celebrado o fim do chamado contrabando legislativo.


“Vejo com alegria que, mesmo com enorme atraso, praticamente um ano desde a aprovação no Senado, a Comissão de Justiça da Câmara aprova a admissibilidade de um projeto que é a favor do Parlamento brasileiro. Porque reequilibra as ações do Poder Executivo com as do Poder Legislativo. No momento em que redefinimos o trâmite das medidas provisórias e estabelecemos limites para que elas possam tramitar, estamos, de alguma forma, recuperando a capacidade de legislar do Congresso Nacional.”, disse o senador Aécio Neves.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Senador Aécio: PT defende interesses do governo, não da população

Aécio Neves

Senador Aécio Neves volta a criticar atuação do Governo PT, que se engaja por seus interesses, não os da população.

O senador Aécio Neves tem sido um severo crítico da atuação do Congresso no que diz respeito à apresentação, discussão e votação de propostas legislativas sobre temas importantes para o país.

Hoje, critica o senador, apenas o governo legisla, através de medidas provisórias, graças a ampla maioria que tem no Legislativo. Com isso, afirma o senador Aécio Neves, mudanças importantes em diversas áreas não ocorrem, atrasando o processo de desenvolvimento econômico e social do Brasil.                                              
“Como, infelizmente, temos um Parlamento movido quase que exclusivamente pela vontade da maioria governista, e o governo, claramente, não deseja mudanças, têm sido inúteis as tentativas de garantir mais transparência e agilidade a matérias importantes para o país. A iniciativa que regulamenta o uso das medidas provisórias e que, apesar de aprovada no Senado, permanece paralisada na Câmara dos Deputados, é um exemplo. A questão central é que o Palácio do Planalto não consegue se libertar das suas conveniências políticas imediatas para se concentrar nas políticas de Estado, aquelas que guardam o interesse público, preservam a grandeza das instituições e sobre as quais se constrói não um governo, mas uma nação”, afirma o senador Aécio Neves em recente artigo na Folha de São Paulo.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Marca da gestão eficiente de Aécio Neves: PSDB dá largada ao Rodoanel Mineiro


Novo anel rodoviário da Região Metropolitana de Belo Horizonte será mais uma obra com a marca da gestão eficiente do Governo de Minas

Mais uma vez, a gestão eficiente de Aécio Neves no Governo de Minas e hoje mantida por Antonio Anastasia, faz com que o Estado tome a iniciativa em investimentos vitais para a população mineira. Enquanto as obras do Anel Rodoviário de Belo Horizonte só se iniciarão no próximo ano, na melhor das hipóteses, Anastasia já colocou sua equipe para trabalhar e dar vida ao projeto da construção do Rodoanel Mineiro.

Já há alguns anos, com o crescimento das cidades do entorno da capital, o Anel Rodoviário, que deveria funcionar como uma via expressa, foi engolido pelo perímetro urbano destes municípios, com unidades residenciais ocupando suas margens e proximidades, trazendo perigos e mortes.

Para este, a solução encontrada pela presidente Dilma Rousseff foi apostar exatamente na gestão eficiente do PSDB frente ao governo mineiro. Ela decidiu tirar a responsabilidade pela modernização da rodovia do PT e passar para o Governo de Minas, exatamente como os próprios governadores Aécio e Anastasia já havia sugerido.

Já a criação de um novo anel rodoviário na Região Metropolitana sempre foi consenso entre os poderes municipais, estadual e federal. Chegou-se a um acordo para uma obra conjunta entre os entes públicos e a iniciativa privada.

Numa prova de competência gerencial e de planejamento, o Governo do Estado já colocou na rua uma consulta pública para a construção do trecho que lhe cabe no acordo referente ao Rodoanel Mineiro: o trecho Norte, que interligará os municípios de Sabará, Santa Luzia, Vespasiano, São José da Lapa, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Contagem e Betim.

Anastasia quer que o processo de concessão do trecho esteja pronto ainda no primeiro semestre de 2013.  São decisões como essa que mostram que a presidente Dilma acertou ao retirar do PT e confiar ao PSDB as obras que a população de Belo Horizonte e Minas também reclamam do governo federal.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Educação – artigo de Aécio Neves na Folha de São Paulo



Fonte: Folha de S. Paulo
Tornou-se lugar comum a defesa conceitual da educação como caminho seguro para o desenvolvimento dos estados nacionais.

Não é sem razão: as emblemáticas experiências de inúmeros países provam que a travessia para um outro patamar de qualidade de vida exige um decidido, concentrado e duradouro (para não dizer paciente) investimento na qualidade da educação pública. Esse direito praticamente nunca existiu para os brasileiros.

As avaliações do MEC têm sido claras mostram o quanto ainda estamos distantes de realizar a sonhada transformação do nosso ensino público -municipal, estadual ou federal- em escolas equipadas, professores motivados e bem remunerados e alunos preparados para a vida.

Ainda assim, ao ver os últimos números do Ideb, não posso deixar de ressaltar os resultados obtidos pelos alunos de Minas, que ficaram nos primeiros lugares na avaliação.

Muitos perguntam como o Estado conseguiu esse resultado, com tantas e graves diferenças regionais e o maior número de municípios entre os demais Estados brasileiros.

Eu respondo: priorizando o que é prioritário. Foi isso que levou Minas a ser o primeiro a universalizar o ensino fundamental de nove anos, o que, ao lado de outras medidas inovadoras no campo da gestão, tomadas ao longo dos últimos anos, criou as bases para os avanços já conquistados.

Sabemos que o país fez parte do dever de casa nos anos 90, quando universalizamos o acesso ao ensino fundamental sob a gestão do presidente Fernando Henrique. Daí em diante, poucos avanços foram registrados, como a extensão do ensino fundamental para nove anos e a implantação dos sistemas de avaliação de desempenho de escolas e alunos.

Nada de relevante ocorreu para reverter a baixa qualidade do ensino oferecido a crianças e jovens, o que coloca o Brasil em posição inferior a de muitos países menos desenvolvidos economicamente.

O fato é que, estando com a responsabilidade de traçar e coordenar uma política educacional para o país, função intransferível do governo federal, o MEC parece ensaiar novos passos sem a segurança necessária a quem responde já há uma década pelo futuro de uma geração inteira.

Impossível não temer as consequências para os nossos alunos do ensino médio na implantação da nova grade curricular anunciada. Se a necessidade de mudanças é quase um consenso entre especialistas, é bom lembrar que deve também caber ao MEC a responsabilidade de dotar os Estados dos instrumentos necessários a essa implantação.

A ausência de políticas públicas que requerem planejamento de médio e longo prazos tem sido um problema constante em todas as áreas que dependem do Estado brasileiro nos últimos dez anos.